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Sol e mar trazem diversão, além de riscos de queimaduras

Queimaduras solares e as provocadas por animais marinhos são bastante comuns durante o verão no litoral e causam lesões bastante doloridas; saiba como evitá-las. Todo mundo sabe que o sol e o mar combinam igual o arroz e o feijão. Mas tanto um, quanto o outro, trazem perigos de queimaduras, que podem estragar as férias de quem não tomar os devidos cuidados. E se os perigos do sol estão nas queimaduras solares, os do mar estão nas queimaduras provocadas por águas-vivas, moreias e outros animais marinhos.

Segundo o dermatologista Dr. Rogério Leone, da Clínica Pela Pele, tanto as queimaduras solares, quanto aquelas causadas pelas criaturas marinhas, podem gerar lesões com certa gravidade. Tais lesões podem se manifestar como simples irritações na pele, ou até mesmo como ferimentos mais graves e bastante doloridos.

No caso da queimadura solar, as lesões são causadas pela exposição excessiva aos raios ultravioleta. Inicialmente, a lesão pode ser apenas uma vermelhidão na pele, mas que pode evoluir para a formação de bolhas e cascas. A gravidade depende do tipo de pele e do tempo de exposição ao sol. Os sintomas geralmente se manifestam algumas horas após a exposição.

“As pessoas com tom de pele mais clara têm mais facilidade de se queimar e por isso devem se proteger melhor. A principal proteção é evitar sol nos períodos críticos, entre 10h e 15h. Além disso, é sempre recomendável usar protetor solar de fator mínimo de 30 e sempre buscar proteção com barracas, chapéus e roupas de tecido especial”, enfatiza Leone.

Apesar da prevenção ser relativamente simples, muita gente ainda se descuida e acaba sofrendo com as consequências das queimaduras solares. Segundo o dermatologista, depois da queimadura ter causado lesões, a solução é buscar tratamentos que amenizem e aliviem as dores e demais sintomas.

“Nesses casos, é recomendável aplicar compressas frias sobre a área queimada para esfriar a pele e em seguida usar cremes e loções hidratantes para mantê-la úmida. Tais produtos também podem aliviar a coceira e a ardência local. Em casos mais graves, deve-se procurar atendimento médico”, explica Leone.

Para as queimaduras provocadas por águas-vivas, caravelas, moreias, ouriços do mar e outros animais marinhos, a prevenção é um pouco mais difícil, mas a principal recomendação é evitar locais onde a incidência dessas criaturas seja elevada. Essa informação geralmente pode ser obtida junto aos guarda-vidas.  Além disso, também é recomendado o uso de calçados especiais, principalmente quando se caminha sobre pedras.

“Esses acidentes são bastante comuns no verão e podem causar desde irritações mais simples e pequenos ferimentos, até lesões mais graves, como queimaduras e penetração de espinhos na pele, além de outros problemas como a liberação de venenos por esses animais”, alerta Rogério Leone.

Nos casos das queimaduras por água-viva, é recomendável resfriar o local com bolsas de gelo ou água do mar gelada para aliviar a dor e depois fazer uma compressa com vinagre para neutralizar as toxinas.

Em 90% dos casos, o contato com a água-viva causa dor temporária. Mas em algumas pessoas, as proteínas presentes no veneno podem desencadear reações alérgicas, com sintomas como falta de ar. “Crianças pequenas podem apresentar crises respiratórias severas e por isso devem ser encaminhadas imediatamente para um serviço médico”, completa o dermatologista.

Para evitar queimaduras solares, a Farma Conde oferece uma linha completa de protetores solares, das mais diversas marcas, nas 180 unidades do Grupo. Além disso, também é possível adquirir o produto manipulado em uma das oito unidades da Farma Conde Manipulação. Para quem se lesionou com alguma queimadura, também é possível encontrar na Farma Conde inúmeras opções de cremes e loções para o alívio dos sintomas.

 

 

 

 

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