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Febre Amarela: picada, só se for de vacina

Conheça as principais informações sobre a 17DD, a vacina contra a Febre Amarela

A temporada de verão 2017/2018, acompanhada do intenso período de chuvas, típicos desta estação, traz de volta o alerta sobre o aumento de casos, de surtos ou até de epidemias causadas por doenças transmitidas por mosquitos.

Se na última década passamos a conviver e até nos habituamos com as campanhas educativas sobre as práticas de prevenção contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, da zika e da chikungnya, este ano fomos reapresentados a novos ‘protagonistas’: os mosquitos Haemagogus e Sabethes, transmissores da Febre Amarela.

O alerta da ‘volta’ da doença foi acionado depois que alguns casos foram registrados pelos órgãos de saúde dos Estados de Minas Gerais e de São Paulo, o que levou o Ministério da Saúde a classificar como o maior surto de Febre Amarela das últimas décadas.

Os casos recentes da doença, ocorridos no Estado de São Paulo, são do tipo Silvestre, que ocorrem em zonas rurais e de mata fechada. Habitantes ou visitantes destas áreas podem ser picados pelo mosquito e contrair a doença.

Já a Febre Amarela Urbana pode ocorrer se uma pessoa já infectada for picada pelo Aedes aegypti que, além da dengue, da zika e da chikungnya, também passará a ser transmissor da Febre Amarela. No Brasil, desde 1942, não há registro deste tipo da doença.

Imunização

            Sempre é bom lembrar que, além dos cuidados habituais no combate aos criadouros do mosquito, o combate aos casos de Febre Amarela tem na vacina 17DD uma poderosa aliada no controle da doença, ao contrário da dengue, da zika e da chikungnya, que contam com vacinas ainda em fase de testes.

            Conheça as principais informações que você precisa ter sobre a imunização contra a Febre Amarela:

Quem deve tomar a vacina?

O Ministério da Saúde recomenda a vacinação para crianças a partir de 9 meses e pessoas que moram próximas a áreas de risco.

Quem não pode tomar a vacina?

Crianças com menos de 6 meses de idade (de 6 a 9 meses, apenas se houver indicação médica), pacientes imunodeprimidos ou com alergia aos componentes do ovo. Gestantes devem evitar, a não ser que o risco de contrair a doença (moradoras de áreas com alto índice de ocorrência) seja alto. Na dúvida, o médico deve ser sempre consultado.

Idosos podem tomar a vacina?

Se for uma pessoa idosa que esteja acamada ou que pouco sai dos centros urbanos, a vacina deve ser evitada. Moradores de áreas com incidência da doença podem ter indicação para a imunização.

A vacina é 100% eficiente? É segura?

A eficácia chega a 90%. Pode causar reações adversas, mas casos graves são raros.

Qual a diferença da dose integral e da dose fracionada da vacina?

A dose fracionada tem um quinto da dose tradicional. A segurança é a mesma, mas a validade da proteção contra o contágio é de oito anos, enquanto a dose completa vale para a vida toda. Até abril de 2017, o Ministério da Saúde recomendava duas doses, mas com novos resultados de pesquisas reconheceu que apenas uma aplicação é suficiente.

Todo mundo pode tomar a dose fracionada?

Não. Devem continuar a receber a dose integral as crianças de 9 meses a 2 anos de idade, pessoas com HIV e outras condições clínicas, e viajantes internacionais.

Prevenção Sempre

Imunizados ou não pela vacina, o certo é que o rigor com a prevenção deve ser uma regra para todas as pessoas. Além dos cuidados para eliminar os criadouros e estar atento a não frequentar áreas com alto índice de casos de contaminação, o uso de repelentes é altamente indicado e deve fazer parte da nossa rotina de proteção.

A Farma Conde oferece uma linha completa de repelentes e comercializa as principais e mais confiáveis marcas do mercado como o Zaz, o Poft e o Exposis, que oferecem até 10 horas de proteção. Tanto os repelentes quanto as pomadas que aliviam as dores e a reações às picadas de mosquitos e outros insetos estão disponíveis em todas as 180 unidades da Farma Conde no Estado de São Paulo.

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